quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Batizoco destaca virtude do Rondoniense contra o Ariquemes


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Batizoco, treinador do Rondoniense (Foto: Renato Pereira)

– Hoje o nosso time veio com Caíque no lugar do Andrei, que foi expulso, e o Kelvin no lugar do Pedrão. A gente tem tentado manter um padrão, não fazendo muitas alterações para ganhar conjunto e confiança e esse entrosamento pode fazer a diferença na fase semifinal – afirmou. Com a vitória por 3 a 0 a equipe assumiu a liderança do grupo A.
Satisfeito com a atuação do camisa 10 do time, o técnico foi categórico em dizer que Kelvin desequilibrou o confronto com a equipe do interior, comparando-o com Geuvânio do Santos.
– O Kelvin desequilibrou, essa é a palavra correta que encaixa bem. É aquilo que eu tenho mostrado para eles, você tem que treinar em alta intensidade, para jogar em alta intensidade. Ele joga pelo lado direito, com a perna esquerda, entrando bem pela diagonal, assim como o Messi e o Geuvânio do Santos, que também fazem muito isso – comparou.
O próximo confronto do Rondoniense é contra o Real Desportivo, no sábado (29), no estádio Aluízio Ferreira em Porto Velho.
Autor: Renato Pereira
Fonte: Globo Esporte/RO

Sob o comando de Tiago Batizoco, o Rondoniense foca no estadual Sub-20

O Campeonato Rondoniense Sub-20 começa no dia 25 de julho com seis equipes em campo. Por Porto Velho, Rondoniense Social Club será um dos representantes a brigar por uma vaga na Copa São Paulo de Futebol Junior 2016. 
Com a maior parte da equipe composta por atletas da casa, o RSC iniciou os treinamentos há cerca de dois meses, e em julho conheceu o novo treinador, Tiago Batizoco.
Segundo o presidente do projeto, Antônio Tadeu, alguns treinos estão sendo realizados em dois períodos, e o time está empolgado com a participação no estadual de base.
- Em alguns dias os treinos estão acontecendo de manhã e de tarde. A base de nossa equipe é formada por atletas da escolinha mesmo, mas trouxemos uns dois ou três do interior do estado e mais uns dois ou três de São Paulo e Goiás. Os meninos estão empolgados com a disputa.
O Rondoniense estreia às 16h do próximo sábado contra o Ariquemes, estádio no Gentil Valério. Com jogos de ida e volta, a competição segue até o dia 26 de agosto, quando serão definidos campeão e vice do Sub-20.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Tiago Batizoco aprova desempenho do Cotia em jogo-treino contra o Santos

Técnico gostou do que viu em campo, principalmente na primeira etapa e está otimista com time 


Para buscar uma vaga na tão sonhada Série A2, o Cotia trabalha forte e realizou no último final de semana um jogo-treino contra a equipe do Santos, em partida realizada no CT Rei Pelé. O time da Baixada Santista levou a melhor ao vencer o Cotia por 4 a 0, com gols anotados por Thiago Ribeiro, Lucas Crispim, Elano e Ricardo Oliveira.
Mesmo com a derrota, o treinador Tiago Batizoco, do Cotia gostou da postura dos seus jogadores, principalmente na primeira etapa de jogo. “Foi interessante, pois fomos o único time da A3 que fez um bom jogo contra um grande time da Série A1, como o Santos. A partida foi dividia em dois tempos de 50 e para nossa alegria, a nossa equipe considerada titular se comportou bem em campo e consegui segurar a maquina santista até os 47 minutos da primeira etapa”, declarou.
Batizoco destacou a diferença entre os dois tempos de jogo realizado em Santos. “O primeiro tempo ficou em um 1 a 0 para o Santos, o resultado foi satisfatório. Já na segunda etapa, os dois times entraram com os reservas e acabamos tomamos três gols”, afirmou.
A estreia do Cotia na Série A3 será contra o Sertãozinho, no dia 1º de fevereiro, às 16h, no estádio Euclides de Almeida, em Cotia.

http://www2.fpf.org.br/Not%C3%ADcias/%C3%9Altimas+Not%C3%ADcias/2015-01/86630/Tiago+Batizoco+aprova+desempenho+do+Cotia+em+jogo-treino+contra+o+Santos


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Paulistão A3: Presidente do Cotia anuncia Tiago Batizoco como novo treinador do time

O presidente do CotiaVanderley Ruiz, surpreendeu a todos ao acertar a contratação do treinador da equipe para 2015. Trata-se de Tiago Batizoco, jovem de 33 anos, porém com três acessos e três títulos na bagagem, todos no estado de Rondônia.
Além dos acessos, o novo treinador do Cotia disputou  Copa do Brasil e duas Taças SP de Juniores, inclusive, em 2012, ficou nacionalmente conhecido pela “Saga do Ji Paraná”, matéria veiculada pelo Globo Esporte e que gerou enorme repercussão. Em 2014, trabalhou no Novoperário de Campo Grande.
Tiago Batizoco é novo treinador do Cotia
Tiago Batizoco é novo treinador do Cotia
Para a diretoria do Cotia, a contratação mostra a nova postura do clube e o novo treinador chega referendado pela sua própria bagagem.
“O presidente me passou a situação do clube, e nenhum dos meus títulos ou acessos eu iniciei como favorito, o nome disso é trabalho árduo, e só espero poder implantar meus métodos para que o Cotia faça um excelente paulista.”, disse Tiago Batizoco.
Além das dificuldades para montar um elenco forte, a diretoria terá que esforçar muito para conseguir a liberação do estádio municipal Euclides da Cunha, já que não possui aprovação da Federação Paulista de Futebol. Em 2014, o clube não conseguiu mandar uma partida sequer em seus domínios diante da sua torcida.
O Cotia estréia na série A3 no dia 01 de Fevereiro, diante do Sertãozinho.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Treinadores se reúnem e debatem sobre melhorias no futebol brasileiro em Itu

Evento foi organizado pela Federação Brasileira de Treinadores do Brasil e teve participações especiais como Carlos Alberto Parreira, Paulo Roberto Falcão e Moraci Sant'anna







Itu, SP, 01 (AFI) - Nesta segunda-feira, aconteceu em Itu, interior de São Paulo, o 1º Fórum de Treinadores de Futebol do Brasil, realizado pela Federação Brasileira dos Treinadores do Brasil. Técnicos de todas as regiões e clubes de todas as divisões do país se reuniram para discutir melhorias nas condições de trabalho, falar sobre o calendário dos campeonatos nacionais e questões físicas dos jogadores. Os debates foram mediados por Paulo Roberto Falcão, comentarista e técnico de futebol e debatidos por Carlos Alberto Parreira, Muricy Ramalho, Emerson Leão, Gilson Kleina, Alexandre Gallo, Moraci Sant'anna, preparador físico, Turíbio Leite, fisiologista, e Max Gehringer
Enderson Moreira, técnico do Santos, também participou e falou sobre as questões envolvendo as datas das partidas dos times brasileiros e defendeu um calendário favorecendo os clubes do interior.


"Nós precisamos pensar em calendário para as demais equipes, não só nas grandes. Diminuir datas de campeonatos estaduais. A gente não consegue ter espaço para fazer intercâmbio e jogar com clubes de outros países. Isso é ruim para os jogadores e para a própria marca do clube, que não é divulgada no exterior. Antigamente conseguíamos fazer isso e hoje, a gente perde muito sem isso.", disse o treinador.
Gilson Kleina, falou sobre o mesmo assunto e foi mais ousado em suas sugestões. De acordo com ele, os campeonatos e os times precisam ser ranqueados para manter o equilíbrio e não desgastar os times e nas competições.
"Ranquear os campeonatos é ideal. Por exemplo, os classificados para Libertadores não deveriam competir os estaduais, ou então entrar somente num quandrangular final.", falou Kleina.
As discussões também se estenderam muito sobre as questões físicas dos jogadores e não somente os benefícios dos profissionais da comissão técnica dos times. Todos os presentes defenderam pré-temporada mais longa. Moraci Sant'anna citou os grandes clubes da Europa, Bayern de Munique, Real Madrid e Manchester United, como exemplos, pois tiveram mais de cinquenta dias de preparação.
Ao final das palestras e debates, Gilson Kleina, em entrevista exclusiva ao Portal Futebol Interior, disse sobre a importância do evento para o futebol brasileiro e para a formação dos profissionais do futebol brasileiro. Segundo ele, pontos polêmicos têm que ser abordados e debatidos para o crescimento e a volta da consolidação do futebol brasileiro. O treinador também explicou como ranquear os clubes e campeonatos.
"Eu acho que esse encontro nada mais é do que você tentar dá um passo e evolui com o futebol brasileiro. Acho que tem pontos importantes ainda a serem discutidos, mas que têm que ser abordados e que temos que chegar a uma conclusão, desde o calendário e desempenho dos jogos, até formação dos atletas, para a volta do crescimento e consolidação do futebol brasileiro, que sempre foi uma reverência do futebol mundial. Acho que os times que vão para a Libertadores precisam focar na competição e não devem disputar os regionais. Isso é bom para a disputa do campeonato internacional e também para o clube do interior, que terá mais chance. Isso abre espaços até para os intercâmbios.", finalizou.
De acordo com os presentes, novas reuniões serão marcadas para debates mais aprofundados e, se possível, com dirigentes e cartolas das federações e dos clubes brasileiros..

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Exclusivo - Tite não entende critério da CBF: 'Eu me preparei para a seleção'

Ele é considerado simplesmente o técnico mais vencedor da história de um dos times mais populares do país. Venceu tudo em seus últimos cinco anos de trabalho: Campeonato Gaúcho, Paulista, Brasileiro, Copa Sul-Americana, Libertadores, Recopa e Mundial de Clubes, sendo os quatro últimos de forma invicta. Para público, mídia e todo o meio do futebol, Adenor Bachi era o favorito absoluto para assumir a Seleção Brasileira após a Copa do Mundo de 2014. E estava preparado. Estudou, evoluiu, viajou, se reciclou... Mas a CBF não quis saber. Escolheu Dunga... E Tite ainda não entendeu.
"Me preparei. Eu me preparei. E na medida que tu acompanha os canais de comunicação, na medida que tu sai na rua e reconhecem seu trabalho nos últimos cinco anos, com Libertadores invicta, Mundial emblemático, Brasileiro, Recopa... Não é questão de ser o melhor, mas o momento do meu trabalho era muito forte", disse o treinador, em entrevista exclusiva concedida aoESPN.com.br.
"Não se trata de definir quem é melhor que quem. Mas sim o momento profissional melhor que cada um está. E por estar em um grande momento profissional é que eu não entendi", continuou.
Tite recebeu a reportagem do ESPN.com.br em sua casa no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo, para uma conversa de mais de duas horas. Falou sobre tudo: do semestre inteiro de estudos e preparação para assumir a seleção brasileira ao telefone que jamais tocou com o tão sonhado convite. A escolha de Dunga, as propostas que recusou à espera do time canarinho e o exato momento em que percebeu: não ia ser ele o cara da CBF.
"Foi no momento que disseram que iam apresentar o técnico da seleção brasileira e não tinham falado comigo. Aí falei 'f..., ferrou' (risos). Já tinha me surpreendido por ser o Gilmar Rinaldi. Eu não consegui pegar qual era a ideia, qual o conceito da busca pelos profissionais. O que se colocou no papel, quais eram os requisitos... O tempo de trabalho, o que fez, o que não fez...", explicou.
Sem trabalhar desde que deixou o Corinthians, em dezembro, o único técnico a bater um campeão europeu na decisão do Mundial nos últimos oito anos não parou de se reciclar. Leu livros de Guardiola, Simeone, Cruyff, visitou o Arsenal, almoçou com Carlos Bianchi, vai se encontrar com Ancelotti e foi até sondado para assumir a seleção de Portugal, que na semana passada demitiu Paulo Bento.
"Teve sondagens, mas não teve uma busca direta", avisou Tite, que se mostrou inclinado a aceitar um eventual convite. "Quando é um projeto de seleção ele é sempre grandioso. Inicialmente sim".
À vontade para falar sobre o tema, Tite também rechaçou a ideia de que pode ter sido excluído pela CBF por causa da proximidade com o ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, inimigo político de Marco Polo Del Nero, futuro presidente da entidade. "Não sei o que se passa na cabeça do Marco Polo, do Marin, não sei. O que tenho é que sempre serei leal às pessoas que são leais comigo e ao meu trabalho. Independente das pessoas com quem vou trabalhar, ou da cor do clube que vou trabalhar. E se as pessoas não compreendem isso, aí o problema não é meu", definiu.
"Vou te dizer o que eu penso. A gente atinge a excelência em torno de 10 mil horas de atividade profissional. E 10 mil horas de vida profissional dá uns 10 anos de atividade. Precisa ter no mínimo uns 10 anos para atingir o seu 'know how'. Estamos falando de excelência e dessa busca de crescimento. E tu busca essa evolução, esse crescimento, eu acredito muito nisso pela vivência que eu tive e porque cientificamente é comprovado. Essa busca deveria ser um dos critérios, mas compete ao nível de conhecimento de cada um", concluiu, sobre a controversa decisão da CBF de escolher Dunga para o cargo que o Brasil inteiro imaginava ser do próprio Tite.
ESPN - Quais estudos ou passagens importantes profissionalmente você pode destacar ter feito nesse meio tempo?
Tite - 
Eu estive no Arsenal. E uma coisa interessante: eles iam ter um jogo à noite contra o Bayern. Aí tinha a infraestrutura, o posicionamento, o direcionamento do trabalho, mas principalmente o aspecto informática e a comissão técnica e seus auxiliares. O que buscamos de informação? Aquilo que tem sido colocado por vocês da imprensa da intensidade dos trabalhos no dia a dia, mais do que decorrido o trajeto do atleta, que corre 5 quilômetros ou 12 quilômetros por jogo. Isso é um tema secundário. O principal é a intensidade. Estamos falando de excelência. Um pequeno detalhe que faz diferença na preparação de um atleta. Então esse acompanhamento que eles fazem desde os trabalhos técnicos aos físicos. Esse dia a dia que tu monitora e tem essa condição. Essa busca, in loco, como é a pressão do Bayern? A transição defensiva? O City, campeão inglês com o Fernandinho e Yayá Touré, como era a transição? Isso, associado a literatura e observações foi o principal. Se as pessoas entendem o quebra-cabeça você encaixa peças. Ai o cenário vai se mostrando. Periodização tática, um livro que estou buscando, o que é? Busco essa montagem. O que é periodização tática, Tite? É a montagem dos trabalhos. Estou fazendo por meio de vídeos esse tipo de trabalho, com esse objetivo, didaticamente. Você passa o complemento de um vídeo de uma situação de jogo que acontece. Como é a transição ofensiva, quem vai? Esse treinamento te dá essa condição.
ESPN - Dá para dizer então que você se preparou para treinar a seleção brasileira?
Tite - 
Me preparei. Eu me preparei. Paralelamente a ela, sabia do interesse da seleção japonesa e segurei, não abri negociação pois entendia que era uma possibilidade. E na medida que acompanha os canais de comunicação, na medida que tu sai na rua e reconhecem seu trabalho nos últimos cinco anos, os três e meio de Corinthians com cinco títulos, mais um ano e meio de Internacional com Sul-Americana invicta, Libertadores invicta, Mundial emblemático, Brasileiro, Recopa... Não é questão de ser o melhor, mas o momento do meu trabalho era muito forte, assim como era o do Muricy, do Abel, do Marcelo. Eu criei essa expectativa, mas sem ser ingênuo, sabendo que existiam uma série de possibilidades e conduções para isso. Sabia que estava investindo em mim, no meu crescimento profissional, e que isso fundamentalmente era o que eu queria. Profissionalmente e pessoalmente. Não aconteceu, abre-se outra perspectiva.