| 0.06.2016 - 00:43 - Rondônia | |||
Mesmo vencendo por 4 a 0, o Ji-Paraná precisou de uma ajudinha para conseguir a classificação para a final do segundo turno do
O - Eu assumi esse desafio de O goleiro Clébio, que ficou afastado por 45 dias do clube azul celeste, revela o que fez o Ji-Paraná sair de uma campanha ruim no primeiro turno e passar para finalista do returno do campeonato. - Depois de um mês e O Ji-Paraná não dependia só dele para conquistar a vaga na final. Para se classificar o Galo precisava vencer e contar com um tropeço do Genus ou do Rondoniense. Batizoco conta que evitou pensar nos jogos da equipe da capital, mas comemorou muito a virada do Guajará para cima do Genus, no Aluizão. - Foi uma partida atípica, os jogadores estão disputando a partida aqui mas com a cabeça em Porto Velho, tentei transmitir calma aos atletas, mas não tem como não pensar. A gente fez nosso trabalho, em quatro jogos conquistamos 10 pontos e agora vamos em busca do resultado - afirmou o treinador. O clássico animal entre o Galo e o Periquito acontece na quinta-feira, 16, pelo jogo de ida da final do returno, no estádio Biancão em Ji-Paraná. Tiago Batizoco espera acabar com a invencibilidade do clube da capital. - Sei que o Rondoniense está invicto, mas, com todo respeito, espero conquistar a vitória aqui. Tenho esperança de ser campeão, não só do segundo turno, mas também campeão estadual - afirma o treinador. | |||
| Fonte: Globoesporte.com |
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Tiago Batizoco enaltece Ji-Paraná em classificação
De desacreditado a finalista, Ji-Paraná supera má fase e vira jogo no estadual
Após estrear no primeiro turno com duas derrotas, nem o mais otimista dos torcedores azul celeste imaginava que o Ji-Paraná chegaria a uma final de turno no Campeonato Rondoniense de 2016. De março até o jogo da última quarta-feira, 8, três treinadores passaram pelo comando técnico do Galo, e até a direção passou por mudanças.
O Ji-Paraná estreou no primeiro turno contra o Rolim de Moura, e perdeu para o Tigre por 3 a 1, no Cassolão. Depois de apenas dois jogos e duas derrotas, o Ji-Paraná mudou pela primeira vez de técnico, saiu Jadson Oliveira e entrou Da Costa.
Ji-Paraná conquistou vaga na final do turno (Foto: Marco Bernardi)
Mas a substituição não aconteceu apenas pelo futebol demonstrado dentro de campo. Uma crise de falta de salários veio à tona, e os jogadores chegaram até a registrar um boletim de ocorrência na 1° Delegacia de Polícia Civil, denunciando a falta de pagamento e condições precárias de alojamento e alimentação. Fatores que motivaram alguns jogadores a deixarem a equipe.
Faltava futebol, faltava salário e até alimentação para os atletas. Como se tudo isso não fosse o suficiente, o Galo da BR também estava sem casa, já que o estádio do Biancão passava por reformas e só ficou pronto no dia 9 de abril, obrigando o Ji-Paraná a fazer apenas dois jogos como mandante, sendo que só um foi no seu estádio.
A estreia no returno, empatando com o Rondoniense, que vinha do título na primeira fase da competição, animou os torcedores. O Galo conquistou sua primeira vitória no segundo turno contra o Rolim, em casa. Mas, após perder de virada para o Morumbi em Guarajá-Mirim, foi a vez de Da Costa passar o bastão, e Tiago Batizoco assumir o papel de treinador do Ji-Paraná. O Galo terminou o primeiro turno em sexto lugar, com apenas cinco pontos e com a terceira pior defesa, sofrendo 14 gols em sete jogos. Mas havia uma pequena esperança para os torcedores do clube azul celeste, já que no segundo turno o time faria cinco, dos sete jogos, em casa. Até a diretoria do clube sofreu alterações, e Maritaca passou o cargo de diretor de futebol para Eliel Fernandes.
No primeiro passo de Tiago no comando técnico do clube, o Ji-Paraná cedeu o empate, no último minuto, para o Real Desportivo de Ariquemes. O empate com gosto de derrota não desanimou o novo treinador, que avaliou a estreia negativa como aprendizado e mostrou o caminho para a classificação do Galo da BR.
- O objetivo é chegar a final do segundo turno. E para isso temos que vencer as três próximas partidas, que serão três finais de campeonato para nós - disse o treinador após seu primeiro jogo comandando o Ji-Paraná.
As três vitórias desejadas por Batizoco vieram, e após golear o Ariquemes por 4 a 0, e contar com uma ajudinha do Guajará, que venceu o Genus no último minuto de jogo no Aluizão, o Ji-Paraná conquistou a tão sonhada, e improvável, classificação às finais do segundo turno do estadual. Agora, a equipe enfrenta o Rondoniense nos dias 16 e 23 de maio, tentando voar ainda mais alto e chegar as finais do estadual.
Tiago Batizoco assume como técnico do Ji-Paraná e quer reestruturação Tiago Batizoco assumiu a equipe nesta
Tiago Batizoco assumiu a equipe nesta terça-feira, 17, e afirma que o mais importante agora é reconquistar a confiança da torcida e dos patrocinadores do Ji-Paraná
O Ji-Paraná Futebol Clube tem um novo técnico. A saída de Da Costa foi confirmada pela direção do clube e agora Tiago Batizoco é o novo professor do Galo da BR. Para o técnico, ainda há chances de conquistar o título deste ano do Rondoniense, mas, segundo Tiago, o que está sendo focado é a reestruturação do time.
Tiago Batizoco, novo técnico do Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes)
- O Ji-Paraná precisa reconquistar a credibilidade do torcedor, do empresário, dos patrocinadores. E isso nos mostra que nós temos que trabalhar de uma forma bem séria, bem centrada. Para o torcedor, o futebol é lazer, mas para nós é trabalho.
Hoje acontece o primeiro treino com os atletas e é neste primeiro contato que o novo técnico conhecerá melhor o perfil de cada atleta. Mas, ele já garante a qualidade do time, o que não pode faltar em nenhuma equipe.
- Nós temos o primeiro contato com os atletas hoje. Vários deles eu já conheci, já trabalhamos juntos. É um time competitivo, isto o torcedor pode ter certeza. É ajustar e ir em busca do título no segundo turno - afirma Batizoco.
A primeira experiência de Tiago como técnico foi pelo Ji-Paraná, em 2012. Agora, voltando de Campo Grande, onde comandava outro clube, assume o time conhecendo bem a torcida e com um pedido especial.
- A torcida é apaixonada e ama este time, mas a torcida também é inteligente, sabe que o Ji-Paraná passa por uma reestruturação. O pessoal que assumiu agora foi muito corajoso de pegar o clube no estado que estava. Para que isto aconteça, a torcida precisa saber que é necessário um pouco de paciência neste momento.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
O choque de propostas no jogo 1000 de Arsène Wenger
Por muito tempo, o Arsenal foi a centelha de arte numa Inglaterra marcada pelo “kick and run” do 4-4-2 rígido de bola aérea. Pioneiro no 4-2-3-1, Wenger nunca abdicou da proposta ofensiva: passe curto, velocidade, diagonal e cruzamento. O melhor dessa filosofia saiu com Pires, Bergkamp e Ljunberg atrás de Henry na invicta Premier de 03/04. Time “ofensivo”, diria o julgamento popular.
No vexame histórico em seu jogo 1000, é dever reconhecer sua importância em mudar o futebol na terra da rainha, que com Benitéz no Liverpool, Mourinho no Chelsea e posteriormente Hiddick, Pellegrini e Rodgers, ganhou toque mais “agradável” e ganhou seguidores, canais de TV e a admiração de muita gente.
Mas os tempos mudaram. O Arsenal vem pagando o preço de manter a filosofia no jejum de 10 anos e alguns vexames como os 8×2 do United e os 6×0 do Chelsea que marcam o reinado de uma nova filosofia: o “jogar em reação”.
Corinthians de Tite, Bayern de Heynckes, Atlético de Madrid de Simeone, Brasil de Felipão: times que atacam marcando, explorando a saída de bola do adversário para forçar o erro, e com intensidade e movimentação, pegar a defesa desguarnecida e fazer gols. E agora o Chelsea de Mourinho, que segue “o manual” desse estilo para se fortalecer ainda mais na liderança da Premier League.
Falando de desenho, o esquema de Mou desde a Inter de Milão não muda: é o 4-2-3-1. Já Arsène Wenger veio de 4-1-4-1, mas com Cazorla ou Rosicky auxiliando Arteta na saída de bola, quase como volantes de um 4-2-3-1.

Entender o jogo do Chelsea é ver que a marcação na saída de bola é uma forma de se afastar o adversário do gol e também de atacar. Veja o vídeo: os jogadores de azul “atacam” os de vermelho, tirando a tranqüilidade de pensar o jogo. Oscar e Eto’o nos zagueiros e a segunda linha na divisória do campo, com Luiz e Matic avançando até Arteta, Rosicky e Cazorla. Resultado? Arsenal sem saída, tendo que apelar para a bola longa do goleiro.
Quando o Chelsea retomava a posse, o caminho era apostar na intensidade do quarteto ofensivo: geralmente um volante ou lateral dava de cabeça ao meia, que explorava a linha alta da defesa do Arsenal. Observe esse movimento no primeiro gol de Oscar: bola roubada, Hazard, Schurrle, Oscar e Torres corriam ao mesmo tempo para a frente, enquanto o Arsenal corria para trás, todo desorganizado e deixando mais fácil para o jogador azul pensar o chute e o passe.

Foi assim basicamente o jogo inteiro: Arsenal iniciando a saída de bola, Chelsea roubando e explorando a linha alta. Com 3×0 em 20 minutos, o Chelsea passou a administrar o resultado girando a bola, cadenciando, deixando o Arsenal (naturalmente cansado com um a menos) se cansar ainda mais. Deu até tempo de Oscar receber no livre centro, com um leve toque tirar Arteta do lance, carregar pensando o melhor ângulo e fazer 4×0. Peça-chave do Chelsea e da Seleção Brasileira.
Um time organizado até a medula que propõe uma reflexão: estaremos vivendo na era dos times que jogam em reação, apostando tudo em roubar e atacar? Para Mourinho, sim: seu Real Madrid venceu o Barcelona assim, e ao que tudo indica, o polêmico português está esperando o Bayern para mostrar que achou o “antídoto” para o tiki-taka. De quebra, pode levar a mais disputada Premier League de todos os tempos.
segunda-feira, 21 de março de 2016
Tiago Batizoco analisa trabalho à frente do Comercial após sua saída
Em quatro meses, técnico de 35 anos montou equipe para disputa de três competições em 2016.
Técnico Tiago Batizoco, do Comercial-MS (Foto: Reprodução/TV Morena)
A era Tiago Batizoco no Comercial-MS chegou ao fim antes do que o treinador gostaria. Em pouco mais de quatro meses de trabalho, Batizoco teve tempo para montar uma equipe competitiva para encarar três competições na temporada 2016: Campeonato Sul-Mato-Grossense, Copa Verde e Copa do Brasil. Foram oito jogos no comando do Colorado, em que o técnico conquistou duas vitórias, quatro empates e duas derrotas. Pouco para o que a diretoria comercialina esperava. Mas suficiente para deixar o time na zona de classificação do estadual, em terceiro lugar.
Ao analisar o trabalho à frente da equipe, Batizoco enaltece a quebra de tabu diante do Novoperário como um dos principais feitos de sua gestão. O Colorado nunca havia vencido o Novo na história do confronto, em sete jogos.
- Essa missão me foi dada, e graças a Deus consegui cumprir. Quando cheguei, a diretoria passou para mim que era necessário ganhar do Novoperário. No ano passado perderam por 4 a 0 - comenta.
Outra característica positiva que o treinador pontua é o time ter sido aguerrido em jogos-chave, como o clássico Comerário e os confrontos com o Cuiabá pela Copa Verde.
- No Comerário, saímos de cabeça erguida e aplaudidos pela torcida, porque a equipe jogou muito bem. Também estivemos muito bem na Copa Verde, apesar da eliminação. Estivemos próximos da classificação na Arena Pantanal - completa.
- Deixo a equipe em terceiro colocada com um jogo a menos e sendo a defesa menos vazada da competição. Agradeço ao Claudio Barbosa per ter sido um diretor extremamente profissional e responsável ( Tiago Batizoco ).
sexta-feira, 18 de março de 2016
Com vitória suada, Cuiabá elimina Comercial e avança na Copa Verde
Foi suada, sofrida, dramática a classificação do Cuiabá às quartas de final da Copa Verde. O Dourado saiu na frente do Comercial-MS ainda no primeiro tempo na noite desta quarta-feira, na Arena Pantanal, pelos pés de Uederson. Parecia que a classificação seria tranquila. Só parecia. No terço final da partida, o Colorado emparedou o Cuiabá para igualar o marcador – o empate com gols daria vaga aos sul-mato-grossenses. Depois de suportar a pressão, veio o alívio definitivo. Aos 43, Vanger aproveitou o rápido contra-ataque para marcar o segundo gol cuiabanista.
Cuiabá, Comercial, Copa Verde (Foto: Pedro Lima/Cuiabá Esporte Clube)
O adversário das quartas de final da Copa Verde é a Aparecidense, que na noite desta quarta-feira despachou o Espírito Santo por 2 a 0 no Aníbal Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO). A CBF ainda não definiu a data dos confrontos da próxima fase.
As duas equipes voltam a campo no domingo pelos estaduais. Líder isolado do Grupo B do Mato-Grossense, o Cuiabá recebe o Dom Bosco na Arena Pantanal às 17 horas, enquanto que o Comercial-MS, terceiro colocado do Grupo A do Sul-Mato-Grossense, vai a Três Lagoas para encarar o lanterna Misto no Madrugadão às 15 horas.
O Colorado se lançou ao ataque em busca do gol nos minutos iniciais com a dupla Watthimen e Lucas Guma, mas faltava qualidade nas tramas ofensivas, e foram poucas as chances criadas pelos sul-mato-grossenses. O Dourado esbarrava na forte marcação e teve trabalho para romper a barreira vermelha. O jeito era arriscar de longe: aos 17, Uederson obrigou o goleiro Martins a fazer boa defesa. O Cuiabá logo acertou a mão e passou a pressionar o Colorado, até que aos 36 minutos Uederson aproveitou a bobeira da zaga adversária para abrir o placar na Arena Pantanal.
Os donos da casa voltaram para o segundo tempo decididos a liquidar a fatura e foram para cima do Colorado, que se segurou na defesa. Precisando empatar para ficar com a vaga, o Comercial apostou na entrada de Marcos Gauto no lugar de Matheus Dulcídio para mudar a proposta de ataque. A mudança começou a surtir efeito: aos 25, o goleiro André Luiz salvou o Cuiabá ao defender um chutaço de Kênio. A essa altura o Colorado cresceu na partida, dando contornos de dramaticidade ao confronto. Mas apesar da valentia colorada, Vanger balançou a rede aos 43 do segundo tempo, tranquilizando a torcida cuiabanista.
Central MS 6 bate papo com o técnico Tiago Batizoco, do Comercial-MS
Comandante comercialino fala sobre desempenho da equipe no estadual e analisa o Cuiabá, adversário da primeira fase na Copa Verde
Por GloboEsporte.comCampo Grande
A sexta edição do programa Central MS recebe um convidado especial: o técnico Tiago Batizoco, do Comercial-MS. O comandante colorado falou sobre o desempenho de sua equipe no Campeonato Sul-Mato-Grossense e analisou o Cuiabá, primeiro adversário na Copa Verde. Clique no vídeo acima e confira a entrevista completa.
Apresentado por Átilla Eugênio, jornalista da TV Morena, o Central MS teve ainda a presença do repórter do GloboEsporte.com, Hélder Rafael, e do narrador da TV Morena, Marcos Silvestre. Com cerca de 15 minutos de duração, o programa vai ao ar toda terça-feira no GloboEsporte.com/MS. O internauta que quiser mandar sua sugestão ou crítica pode mandar um e-mail para esporte@tvmorena.com.br ou pelo aplicativo Bem na Hora.
Central MS, Hélder Rafael, Átilla Eugênio, Marcos Silvestre e técnico Tiago Batizoco (Foto: Reprodução)
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